Dei-te um mundo
Uma vida
Hoje criaste-me uma ferida
Que dói
Não consigo falar
Nem pensar
Nem achar a razão
Falaste de amor único
E eu acreditei!
Falaste que me amavas
E eu acreditei!
Tudo disseste
Mas afinal o que fizeste
Magoar, aquele que te escreve palavras
Aquele que te protege,
Aquele que te abriu os olhos
Aquele que cresceu numa vida dura
Onde lutar foi a cura
Saí do escuro
E subi para um palco e lancei flores
Beijos e carinho
E tu apagaste a luz
Quem sou eu?
Um ser ou uma máquina?
Quem és tu?
Pontos de interrogação
Não deveriam existir
Numa relação
Muito menos no coração
Quem ama unicamente
Muita gente
A mente pensa
Sente-se atraída
Porque uma recaída
A vida é só uma
O que é o amor?
O amor é como uma flor
Algo que se semeia e se trata
Rega-se, dá-se luz
Então dá frutos
Se levar demasiada água morre
Se não levar água morre
E assim é o amor.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Crianças
Hoje nasce e trás alegria
Para mundo e para os quem rodeia
Um fruto de um amor
Uma bênção
Para quem te teve
És um encanto, um anjo uma riqueza
Teu sorriso anima-nos
Quando estamos mal
Para muitos o melhor que há
Para outros um trabalho
Rumo de vida uma rotina
Crianças nascidas de uma aventura
Que terão uma vida dura
Dando vida dura
Mal amados
Pobres coitados
Afastados ao direito
De condições de vida, infância
Direitos à palavra e à educação
A desenvolver numa vida estável
Criando qualidades
Que qualquer ser tem
Para se identificar na sociedade
Pergunto-me
Porquê crianças maltratadas?
Crianças espancadas até à morte?
Mas afinal qual é a sorte
De cada menina ou menino
Qual o destino
Destas doçuras e ternuras
Que pedem conforto e carinho
Um pouco de quem semeia
De quem carrega na veia
O sangue do homem e da mulher
Que carrega nove meses
Tão belo a fase de uma gravidez
Para mundo e para os quem rodeia
Um fruto de um amor
Uma bênção
Para quem te teve
És um encanto, um anjo uma riqueza
Teu sorriso anima-nos
Quando estamos mal
Para muitos o melhor que há
Para outros um trabalho
Rumo de vida uma rotina
Crianças nascidas de uma aventura
Que terão uma vida dura
Dando vida dura
Mal amados
Pobres coitados
Afastados ao direito
De condições de vida, infância
Direitos à palavra e à educação
A desenvolver numa vida estável
Criando qualidades
Que qualquer ser tem
Para se identificar na sociedade
Pergunto-me
Porquê crianças maltratadas?
Crianças espancadas até à morte?
Mas afinal qual é a sorte
De cada menina ou menino
Qual o destino
Destas doçuras e ternuras
Que pedem conforto e carinho
Um pouco de quem semeia
De quem carrega na veia
O sangue do homem e da mulher
Que carrega nove meses
Tão belo a fase de uma gravidez
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